Deus criou o homem. O homem pecou. Foi expulso do Jardim do
Éden. Fim da dispensação da inocência. Começo do período da consciência. Os
homens se multiplicam e a maldade corrompe toda humanidade, exceto Noé e sua família.
Vem o dilúvio. Fim da consciência, início do Governo humano. Surge uma
brilhante idéia: chegar ao céu. Sim, através de uma torre, a torre de Babel.
Deus confunde as línguas. Fim do governo humano.
Mas
não é o fim. Deus escolhe Abrão, de família idólatra, residente de Ur dos
Caldeus. Homem de fé, ou melhor, o pai da fé. É o início da dispensação
patriarcal, de Abraão – seu novo nome -– até a morte de José. Após 430 anos de
servidão no Egito, o Senhor Deus levanta Moisés e tira o povo com mão forte e
entrega a seu servo um conjunto de leis, um total de 613 mandamentos. É o
início da dispensação da lei.
O povo escolhido e resgatado por Deus – Israel – murmura no
deserto, Acã peca e o povo quase perece em Ai. Os israelitas entram e Canaã,
mas não tomam posse completamente da terra que manava leite e mel. A idolatria
toma conta do povo, principalmente após a morte de Josué. Surgem os juízes e
reis. A história é longa...
Mas Deus prova o seu amor para conosco em que, quando éramos
ainda pecadores, morreu Cristo por nós (Rm 5.8, TB10). Cristo vem ao mundo e
emtega sua vida pela humanidade. Foi obediente até a morte, e morte de cruz (Fp
2.8). Na cruz bradou "está consumado", o véu se rasgou. Tem início a
dispensação da graça. Até hoje estamos nessa graça.
Muito em breve Jesus arrebatará sua Igreja. Terá início a Grande
Tribulação, e que tribulação! No entanto, Jesus nos livrará disso. Seremos
salvos da ira. Por mais que alguns defendam que a Igreja passará pela Grande
Tribulação, a saber, os pós-tribulacionistas. Outros defendem que a noiva de
Cristo ficará até a metade da tribulação, são os mesotribulacionistas.
A palavra de Deus nos afirma que Jesus levará sua Igreja antes
desse tempo sombrio (Rm 5.9; 1 Ts 1.10; Ap 3.10). No céu, estaremos sendo
julgados por nossas obras (cf. 2 Co 5.10). Mas calma, não é para condenação.
Será a recompensa pelo nosso trabalho. É o tribunal de Cristo. Após isso
celebraremos as Bodas do Cordeiro (Ap 19.7). Será o enlace entre Cristo e sua
noiva, a Igreja.
O mundo sofrerá muito. É a ira de Deus derramada sobre a terra.
O que temos feito para não passar por esse sofrimento? É tempo de mudança, se
santidade e de renúncia (cf. Lc 9.23; Hb 12.14). Quem não purificar sua vida
não será salvo da ira. Porém ainda é tempo de recomeço! Lembre-se: Logo muito
mais, sendo agora justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira
(cf. Rm 5.9).
Maranata, ora vem, Senhor Jesus!
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