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quarta-feira, 11 de março de 2015

NEM 8 E NEM 80

O tema do texto é bem sugestivo, é uma das expressões mais utilizadas pelos brasileiros quando quer retratar alguém que tem atitudes extremas. Alguém em certo momento age calmamente, mas em um momento seguinte tem uma atitude nervosa. Então dizemos: fulano nem é 8 e nem 80. Com a igreja não é diferente. Refiro-me à igreja [instituição] e não à Igreja [coluna e firmeza da verdade – 1 Tm 3.15], em especial a Assembleia de Deus – maior denominação evangélica desse país – e que faço parte desde 1998 [como congregado] e desde 2007 [como membro].

Por muito tempo esta denominação fechou os olhos para o ensino teológico para os estudos bíblicos e até mesmo para temas relacionados à educação cristã. Só se pensava em batismo com Espírito Santo, línguas estranhas e hinos ditos “pentecostais”. Com raríssimas exceções. Muitos pastores até diziam que na era bom que os irmãos lessem ou estudassem muito a Bíblias, pois eles poderiam esfriar na fé.

Durante as décadas de 70, 80 e 90 esta igreja cresceu espantosamente, tendo sempre a mesma pregação dos pioneiros Daniel Berg e Gunnar Vingren: “Jesus Cristo salva, cura, batiza com Espírito Santo e prepara o homem para morar no céu”. No entanto, apesar do crescimento, existiam sérios problemas, como a falta de um bom ensino bíblico para os novos na fé e a atenção excessiva dada à questão dos usos e costumes. Vale ressaltar que não sou contra os usos e costumes, desde que sejam ensinados da maneira correta, com base bíblica, e nas ocasiões certas. Infelizmente, durante muitos anos “coamos mosquitos e engolimos camelos” (Mt 23.24) – isto é, enfatizamos os usos e costumes em detrimento de outras doutrinas também essenciais fé cristã.

Apesar das dificuldades, os crentes – em sua boa parte – eram cheios do Espírito Santo e tinham a evangelização como motor propulsor da igreja, e como chama em seus corações. Os trabalhos de oração eram cheios e milagres eram realizados. Alguém até dizia: “Se um dia eu for crente, serei da Assembleia de Deus”. As vigílias eram verdadeiramente de oração, na era necessário entretenimento, pois a presença do Espírito Santo enchia a vida dos crentes. Alguns passavam dos limites da emoção e da razão, por isso durante muito tempo fomos conhecidos como os crentes do “reteté”.

Bem, tempos se passaram. Éramos 8 no conhecimento Bíblico e 80 na busca pelo poder de Deus. Evoluímos e regredimos. Avançamos muito no âmbito teológico, graças a Deus e graças a homens piedosos como o Pr. Antônio Gilberto – maior exegeta da Assembleia de Deus no Brasil – que enfrentou sérias dificuldades para que o ensino bíblico também fosse prioridade. Hoje tempos o CAPED – Curso de Aperfeiçoamento de Professores da Escola Dominical e também o IBAD – Instituto Bíblico das Assembleias de Deus – e várias outras escolas teológicas espalhadas pelo vasto Brasil.

No entanto, esfriamos... As vigílias – em sua maioria – não são mais de oração, os cultos são feitos, alguns deles, para o homem, outros parecem cerimônias fúnebres, onde os crentes estão tristes e calados ao ver Jesus em um caixão no meio do templo. Os círculos de oração só enchem em época de festa, e olhe lá. Hoje se prefere os shows denominados gospels. As pregações que agradam são as antropocêntricas, e não as Cristocêntricas. Os louvores seguem o mesmo caminho [ou seriam apenas músicas?]. Hoje temos até supostos ministros de louvor, levitas... Será que voltamos à antiga aliança? Quem dera os cantores terem a unção dos levitas...

Outrossim, os batismos são raros, é preciso chamar o povo à frente para Jesus batizar (?), alguns crentes não querem mais ser batizados, acham retrógrado e antiquado ser cheio do poder de Deus. Outros nem crêem mais. Tornamos-nos meros religiosos, com muito conhecimento bíblico, mas com pouca unção. Então surge a pergunta: qual foi o nosso erro? Crescemos muito no conhecimento e pouco na graça. Ficamos 80 no conhecimento bíblico e 8 na busca pelo poder divino. Temos uma geração muito pobre no conhecimento sobre Deus, nos assemelhamos à época dos juízes [ver Jz 2.10]. Faltou-nos equilíbrio. O desequilíbrio gera o sério risco de desvio, seja para a direita [o do legalismo, do farisaísmo] ou para a esquerda [da libertinagem].

No sermão do monte, Jesus disse: “Vós sois o sal da terra” (Mt 5.13), uma das funções do sal é dar equilíbrio. Neste caso, ou estamos ficando sem sal ou estamos salgando demais. Fico com a primeira opção. O equilíbrio é fundamental tanto para o crescimento sadio do crente em Jesus, quanto de uma igreja. Assim, a igreja cresce na graça, mas também no conhecimento. Graça e conhecimento andam juntos. Sem a graça o conhecimento é especulativo, vazio. Sem o conhecimento a graça é oca.
Diante do exposto acima, é evidente que é o tempo de acordamos, é tempo de buscarmos ao Senhor, seja através da sua Palavra, da oração ou do jejum. É tempo de seguirmos o que diz o versículo: “Perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho, e andai nele” (Jr 6.16). Como disse Jesus: “Guardai-vos do fermento dos fariseus e do fermento de Herodes” (Mc 8.15). Sejamos equilibrados. Nem 8 e nem 80. Amém?




O ARREBATAMENTO DA IGREJA SÓ OCORRERÁ APÓS TODAS AS PESSOAS SEREM EVANGELIZADAS?

Muitos cristãos e leitores da Bíblia ao lerem o texto de Mateus 24.14 (ARC): “E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, em testemunho as todas as gentes, e então virá o fim”, que o arrebatamento da Igreja – prometido por Jesus (Jo 14.2,3), pelos anjos (At 1.10,11), anunciado por Paulo (1 Ts 4.16,17; 1 Co 15.51-54) e pelos santos escritores (Jó 19.25; Dn 7.13,14; Hb 9.27,28) – só ocorrerá após todas as pessoas do mundo terem ouvido a mensagem do evangelho por meio de missionários, por exemplo. No entanto, à luz do contexto, vemos que Jesus no sermão profético relatado por Mateus especialmente, responde a indagação dos seus discípulos – quando serão essas coisas e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo? – foi uma pergunta tripartida. Logo, Jesus respondeu por partes.
O evangelista Mateus relata que Jesus ia saindo do templo e, aproximando-se dele os seus discípulos para lhe mostrarem a estrutura do templo (cf. Mt 24.1), então Jesus dá uma resposta pronta a eles: “Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada”, que espanto essa resposta causou nos apóstolos de Cristo, não?! Isto explica o porquê dessas perguntas feitas no monte das Oliveiras. Os discípulos queriam mostrar a estrutura do templo, mas ouviram palavras não muito animadoras e ficaram espantados.
Cristo segue o seu discurso mostrando o que iria acontecer do ano 70 d.C – ano em que o general Tito Vespasiano invadiu e destruiu o templo – até os tempos do fim do mundo. Para o exegeta e pastor Antonio Gilberto, no seu livro O Calendário da Profecia (CPAD, 1985), os versículos que se sucedem correspondem aos tempos sombrios da Grande Tribulação. Muito embora alguns acontecimentos já são vistos em tempos atuais, pois estamos na última hora (1 Jo 2.18) e já o ministério da injustiça opera (cf. 2 Ts 2.7). Alguns dos sinais mostrados por Jesus foram os surgimentos de falsos cristos, guerras, rumores de guerras, pestes, fomes, traição, ódio, dentre outros. Não é que o vemos hoje? A Grande Tribulação está às portas! O Arrebatamento também... Graças a Deus que ele nos livrará desse tempo onde a ira do Senhor Deus será derramada sobre a terra (cf. Rm 5.9; 1 Ts 1.10; Ap 3.10; 6.10).
Ufa! Após todas essas explicações vamos ao texto em foco. 
Afinal, que evangelho é esse? Que fim é esse? O evangelho – como o próprio texto afirma, é o evangelho do Reino – pregado por João Batista (Mt 3.2). Sabemos que não existe outro evangelho (Gl 1.7), embora alguns queiram transtorná-lo. Paulo verberou contra isso na carta aos gálatas (Cf. Gl 1.6-8). O evangelho – como descreveu o Pr. Severino Pedro da Silva (in memorian) no seu livro Apocalipse versículo por versículo (CPAD, 1985) – é o mesmo, mas pode ser apresentado na sua multiforme: (a) Evangelho do Reino; (b) Evangelho da graça; (c) Evangelho eterno; (d) o que Paulo chamava de meu Evangelho (p. 192).
Vamos ao conceito. “Evangelho do Reino. Isto é, as boas novas que Deus propôs estabelecer na terra, em cumprimento do concerto davídico (2 Sm 7.16, etc), um reino não político, mas espiritual, judaico, porém, universal, sobre o qual o Filho de Deus herdeiro de Davi, reinará, e o qual será, por mil anos, a manifestação da justiça de Deus entre os homens. Duas pregações deste Evangelho são mencionadas nas Escrituras, uma passada, começando com o ministério de João Batista e terminando com a rejeição do seu Rei pelos judeus. A outra. Ainda futura (Mt 24.14), durante a Grande Tribulação, e imediatamente antes da Vinda em glória de Cristo – O Rei rejeitado” (Apocalipse versículo por versículo, p.192).
A “forma” do evangelho que pregamos hoje não é o do Reino, esta pregação cessou quando Jesus foi rejeitado pelos judeus. Hoje pregamos o que se chama de Evangelho da graça. Isto é, “as boas novas” de Jesus Cristo, que foi traído, crucificado, entretanto ressuscitou ao 3ª dia, aleluia! A pregação do Evangelho do Reino será reiniciada na Grande Tribulação (cf. Mt 24.14). Deus nunca ficou sem testemunho, até mesmo quando os filhos de Deus – ou seja, a linhagem piedosa de Sete – se casaram com as filhas dos homens (Gn 6.2) e quando a terra estava cheia de maldade (Gn 6.5), Noé achou graça aos olhos do SENHOR (Gn 6.8). O que dizer de Ló nas cidades de Sodoma e Gomorra (Gn 18.23-32; 19.14)? E dos 7.000 joelhos que não se dobraram a Baal (1 Rs 19.18)? E tantos outros exemplos.
Apesar dos juízos de Deus ser derramados sobre os homens na 70ª semana de Daniel – a Grande Tribulação – ou também ira futura (cf. Lc 3.7; 1 Ts 1.10), o misericordioso criador dos céus e da terra anunciará aos homens que se arrependam. A pregação do Evangelho como um todo será feito pelos 144.000 israelitas, pelas duas testemunhas (Ap 11.3,7), pelo anjo (Ap 14.6) e também pelos crentes que não foram arrebatados e aqueles que converterão nesse tempo. Apesar da rejeição da humanidade (Ap 9.21; 16.11), haverá uma grande multidão de judeus e de gentios salvos (Ap 6.9-11; 7.9-11), a salvação será por meio da fé.
Hoje o anúncio do Evangelho de Cristo é feito de forma simultânea, “Jerusalém, Samaria e os confins da terra”. Entretanto não podemos dizer que Jesus só levará sua Igreja para o céu após todas as pessoas terem sido evangelizadas. Uma publicação da revista Super Interessante no ano de 2005 mostrou, baseado em dados da ONU – Organização das Nações Unidas – que, em média nascem 180 pessoas por minuto. Outros dados sugerem que a população mundial cresça a um ritmo de 1,2 %, isto significa que aproximadamente 211.000 pessoas nascem por dia. Mesmo com o grande número de missionários e cristãos no mundo é impossível que todas as pessoas sejam alcançadas “diretamente”.
Apesar de algumas escolas de interpretação da doutrina escatológica, a saber – amilenismo e pós-milenismo – defenderem que o reino de Cristo é espiritual, por isso mesmo rejeitam a doutrina do Milênio. Alguns creem que o milênio não literal começará após a divulgação mundial do Evangelho. Sabemos que isso não é possível. E aqueles que morreram ou que não ouviram e/ou não ouvirão a mensagem do Evangelho? Paulo diz que o Evangelho foi “pregado a toda criatura que há debaixo do céu” (Cl 1.23). Deus fala através o universo (Sl 19.1-4), da percepção (Rm 1.19,20), da consciência (Rm 2.14-16), dos meios geográficos (At 17.30,31), dos anjos (Ap 14.6), de seu Filho (Jo 14.6), de sinais e milagres (Hb 1.1). Não é por isso que vamos deixar de pregar a palavra, vamos seguir o que Paulo disse a Timóteo, “pregues a palavra, instes a tempo e a fora de tempo” (2 Tm 4.2).
Estamos chegando ao fim. E por falar em fim, que fim é esse que Jesus falou? Estamos vivendo hoje um período dispensacional chamado de dispensação da Graça. Quando terá fim este período? Com o arrebatamento da igreja? Não. Após o arrebatamento ainda teremos dentro da dispensação da Graça, como fato concludente o transitório, um período de sete anos, onde a graça de Deus permitirá que muitos sejam salvos. O fim retratado aqui é o fim da dispensação da graça e, após o julgamento das nações (Mt 25.31-46), terá início uma nova dispensação: o Milênio.

Bem, enquanto o fim desta dispensação não chega, o fim desse texto está chegando. Que possamos ler, meditar e estudar a palavra de Deus. O arrebatamento está muito perto, e que nesse pequeno espaço de tempo que temos possamos pregar o Evangelho genuíno (Mc 16.15), pois ele é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê (cf. Rm 1.16). Maranata, ora vem Senhor Jesus!

FIM DO MUNDO?

Diante de tantos desastres, catástrofes e mudanças na natureza muitas pessoas se perguntam e indagam se estamos no fim do mundo. Alguns ficam espantados e atemorizados, mas realmente estamos perto do fim do mundo? E quando será o fim? O fim existe?
Jesus, no sermão escatológico, proferido aos discípulos no monte das Oliveiras (Mt 24 e 25), mostrou alguns dos sinais do fim. Alguns desses sinais são: fome, pestes, guerras, traição e ódio. A seguir ele disse que após a pregação do Evangelho do Reino viria o fim (cf. Mt 24.14). Que fim é esse?
O fim profetizado por Cristo é o fim da dispensação da graça, mas também é o fim de todas as formas de governo humano na terra. O homem sempre procurou ter domínio e controle sobre algo. Ninrode foi o primeiro homem a ser poderoso (Gn 10.8,9; 1 Cr 1.10), após ele vieram homens poderosos como Nabucodonosor; Alexandre, o grande; a dinastia dos ptolomeus. Como também existiram grandes impérios: Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia e o império romano foram alguns desses impérios. Foram superiores a outros povos, cada um na sua época.
O sonho escatológico de Nabucodonosor (Dn 2) mostrou, de forma ilustrada, esses impérios. Todos já tiveram o seu fim, exceto o último: os pés de ferro misturado com o barro. A última forma de governo humano.
Após o arrebatamento da Igreja, e com o desenrolar na Grande Tribulação, surgirá o último dominador sobre a terra: o anticristo. Quão terrível será esse homem! Levantar-se-á contra tudo que chama Deus (2 Ts 2.4). Seu poderio será estabelecido durante 42 meses, ou 3 anos e meio (Ap 13.5).
O mundo sofrerá a ira de Deus, a natureza será abalada, a fome aumentará (Ap 6.6), as guerras também (Ap 6.4). O fim estará bem perto. A pedra cortada sem o auxílio de mãos (Dn 2.34,35) – Jesus – destruirá o grande império das trevas. E esse fim acontecerá ao fim dos 7 anos da tribulação. Jesus virá em glória, com a sua Igreja, e pisará monte das Oliveiras (Zc 14.4), e destruirá o governo do anticristo e de seus aliados (Ap 19.19-21).
Mas calma, não é o fim! Após a queda do homem teve fim o período da inocência e início do período da consciência, e assim por diante. Após o fim desse governo cruel, terá início um novo período: o milênio. Será o começo do fim do mundo (físico). Cristo reinará na terra com vara de ferro (Ap 14.13), isto é, seu governo é indestrutível. Será a resposta a milhares de orações: "venha o teu reino" (Mt 6.10).
E o fim está perto. Após o milênio, ocorrerá a última revolta do diabo (Ap 20.7-9) e terá início o juízo final (Ap 20.4,5). Depois da condenação dos ímpios, novos céus e nova terra existirão (Ap 21). Será o fim. Mas calma! Será o fim do mundo (gr. kosmos), o fim desta terra em que vivemos hoje. Uma nova existirá. Não, não haverá fim para os que estiverem firmados em Cristo.
O mundo físico terá fim, porém aquele que for fiel a Deus, não. Habitará na nova terra e nos novos céus para sempre! Aleluia. Portanto, não se preocupe com o fim, recomece! Aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre (1 Jo 2.17). Então, o fim não é o fim. Que Deus nos ajude. Maranata, ora vem, Senhor Jesus!

SALVOS DA IRA

Deus criou o homem. O homem pecou. Foi expulso do Jardim do Éden. Fim da dispensação da inocência. Começo do período da consciência. Os homens se multiplicam e a maldade corrompe toda humanidade, exceto Noé e sua família. Vem o dilúvio. Fim da consciência, início do Governo humano. Surge uma brilhante idéia: chegar ao céu. Sim, através de uma torre, a torre de Babel. Deus confunde as línguas. Fim do governo humano.
Mas não é o fim. Deus escolhe Abrão, de família idólatra, residente de Ur dos Caldeus. Homem de fé, ou melhor, o pai da fé. É o início da dispensação patriarcal, de Abraão – seu novo nome -– até a morte de José. Após 430 anos de servidão no Egito, o Senhor Deus levanta Moisés e tira o povo com mão forte e entrega a seu servo um conjunto de leis, um total de 613 mandamentos. É o início da dispensação da lei.
O povo escolhido e resgatado por Deus – Israel – murmura no deserto, Acã peca e o povo quase perece em Ai. Os israelitas entram e Canaã, mas não tomam posse completamente da terra que manava leite e mel. A idolatria toma conta do povo, principalmente após a morte de Josué. Surgem os juízes e reis. A história é longa...
Mas Deus prova o seu amor para conosco em que, quando éramos ainda pecadores, morreu Cristo por nós (Rm 5.8, TB10). Cristo vem ao mundo e emtega sua vida pela humanidade. Foi obediente até a morte, e morte de cruz (Fp 2.8). Na cruz bradou "está consumado", o véu se rasgou. Tem início a dispensação da graça. Até hoje estamos nessa graça.
Muito em breve Jesus arrebatará sua Igreja. Terá início a Grande Tribulação, e que tribulação! No entanto, Jesus nos livrará disso. Seremos salvos da ira. Por mais que alguns defendam que a Igreja passará pela Grande Tribulação, a saber, os pós-tribulacionistas. Outros defendem que a noiva de Cristo ficará até a metade da tribulação, são os mesotribulacionistas.
A palavra de Deus nos afirma que Jesus levará sua Igreja antes desse tempo sombrio (Rm 5.9; 1 Ts 1.10; Ap 3.10). No céu, estaremos sendo julgados por nossas obras (cf. 2 Co 5.10). Mas calma, não é para condenação. Será a recompensa pelo nosso trabalho. É o tribunal de Cristo. Após isso celebraremos as Bodas do Cordeiro (Ap 19.7). Será o enlace entre Cristo e sua noiva, a Igreja.
O mundo sofrerá muito. É a ira de Deus derramada sobre a terra. O que temos feito para não passar por esse sofrimento? É tempo de mudança, se santidade e de renúncia (cf. Lc 9.23; Hb 12.14). Quem não purificar sua vida não será salvo da ira. Porém ainda é tempo de recomeço! Lembre-se: Logo muito mais, sendo agora justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira (cf. Rm 5.9).
Maranata, ora vem, Senhor Jesus!



quarta-feira, 3 de julho de 2013

Apresentação do Blog

A paz do SENHOR povo de Deus! Este é o meu blog, que tem como finalidade a divulgação de atividades da nossa Igreja, o crescimento no conhecimento da palavra de Deus através de estudos, explanações e esboços explicativos.